André Castro
Percussão / Orquestra de Sopros e Percussão (naipe)
Iniciou os seus estudos de percussão na Escola de Música da SFOA com Valter Passarinho, prosseguindo depois no Conservatório Nacional com João Paulo Monteiro e no Conservatório da Metropolitana com Marco Fernandes. Licenciou-se na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde estudou com Richard Buckley, Pedro Silva, Rui Sul Gomes e Fernando Llopis. Posteriormente, continuou a sua formação com o professor Nando Russo no Conservatorio Lorenzo Perosi e mais tarde ingressou na Escola Superior de Artes Aplicadas onde estudou com os professores Bruno Costa e André Dias.
Como timpaneiro e percussionista, reforçou regularmente orquestras como a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Malta Philharmonic Orchestra, Orquestra Gulbenkian, Nederlands Kamerorkest e Nederlands Philharmonisch Orkest. Entre 2018 e 2022 integrou os quadros permanentes da Banda Sinfónica da PSP. Atualmente trabalha na Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e leciona no Conservatório de Música de Cascais e no Conservatório de Música de Sintra.
Apresentou-se como solista com o grupo de percussão da EMCN no Festival Internacional Tomarimbando (2016) e, em 2025, estreou o Concerto para Tímpanos e Orquestra do compositor J. Carlos Alves com a Sinfonietta de Castelo Branco no Festival Percuart. Enquanto jovem músico, colaborou com o Deutsch-Französisches Forum Junger Kunst em Bayreuth (2017), participou no Estágio Gulbenkian para Orquestra (2017) e, através do mesmo, colaborou com a Royal Concertgebouw Orchestra no projeto Side by Side. Em 2020 integrou a Orchestre des Jeunes de la Méditerranée. Em 2022 participou no Wieland Paukenkurs com o professor Wieland Wetzel, timpaneiro da Berliner Philharmoniker. Trabalhou ainda com percussionistas e timpaneiros como Nick Woud, Raymond Curfs, Wieland Wetzel, Marinus Komst, Mark Braafhart, Jean-Baptiste Leclère, Bence Major e Peter Sadlo, e com maestros como Gustavo Gimeno, Lorenzo Viotti, Susanna Mälkki, Krzysztof Urbański, Giancarlo Guerrero e Hannu Lintu, entre outros.
Como timpaneiro e percussionista, reforçou regularmente orquestras como a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Malta Philharmonic Orchestra, Orquestra Gulbenkian, Nederlands Kamerorkest e Nederlands Philharmonisch Orkest. Entre 2018 e 2022 integrou os quadros permanentes da Banda Sinfónica da PSP. Atualmente trabalha na Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e leciona no Conservatório de Música de Cascais e no Conservatório de Música de Sintra.
Apresentou-se como solista com o grupo de percussão da EMCN no Festival Internacional Tomarimbando (2016) e, em 2025, estreou o Concerto para Tímpanos e Orquestra do compositor J. Carlos Alves com a Sinfonietta de Castelo Branco no Festival Percuart. Enquanto jovem músico, colaborou com o Deutsch-Französisches Forum Junger Kunst em Bayreuth (2017), participou no Estágio Gulbenkian para Orquestra (2017) e, através do mesmo, colaborou com a Royal Concertgebouw Orchestra no projeto Side by Side. Em 2020 integrou a Orchestre des Jeunes de la Méditerranée. Em 2022 participou no Wieland Paukenkurs com o professor Wieland Wetzel, timpaneiro da Berliner Philharmoniker. Trabalhou ainda com percussionistas e timpaneiros como Nick Woud, Raymond Curfs, Wieland Wetzel, Marinus Komst, Mark Braafhart, Jean-Baptiste Leclère, Bence Major e Peter Sadlo, e com maestros como Gustavo Gimeno, Lorenzo Viotti, Susanna Mälkki, Krzysztof Urbański, Giancarlo Guerrero e Hannu Lintu, entre outros.