Masterclass de Violino com Carlos Damas
Nos dias 28 de fevereiro e 01 de março de 2026 recebemos o professor Carlos Damas (Universidade de Évora) para orientar uma Masterclass de Violino, dirigida a alunos a partir do 3º grau, quer do Conservatório de Música de Sintra, quer de outros conservatórios e academias.
As vagas foram totalmente preenchidas e os alunos participaram com entusiasmo e motivação, tendo marcado presença durante todo o fim de semana.
As vagas foram totalmente preenchidas e os alunos participaram com entusiasmo e motivação, tendo marcado presença durante todo o fim de semana.
Carlos Damas
Carlos Damas é considerado a nível internacional como o mais significativo violinista português da atualidade, com uma brilhante carreira, atestada por uma impressionante discografia. Foi frequentemente comparado por críticos internacionais a mestres como Thomas Zehetmair, Gidon Kremer e Henryk Szeryng.
Nasceu em Coimbra, no dia 8 de Abril, o mesmo dia do nascimento do grande violinista Giuseppe Tartini (1692-1770), onde iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Coimbra aos três anos de idade. Carlos mostrou desde muito cedo os seus dons musicais excecionais. Iniciou os estudos de violino no Conservatório de Coimbra com apenas três anos. Poucos anos depois a família mudou-se para Lisboa, onde Carlos continuou os estudos com Vasco Brôco, Leonor Prado e Alexandra Mendes.
As qualidades de Carlos eram tais, que se estreou em concerto a solo com apenas 15 anos, com a Orquestra Sinfónica da Rádiodifusão Portuguesa sob a direção do maestro Joaquim da Silva Pereira. O sucesso deste concerto levou a que continuasse os seus estudos no Conservatório de Paris com Jacqueline Lefèvre e o lendário violinista Ivry Gitlis.
Participou em masterclasses com os professores Dora Shwarzberg, Shlomo Mintz e Michael Frischenschlager.
Aos 19 anos, realizou a aclamada apresentação e estreia parisiense do Concerto para violino e orquestras de Luís de Freitas Branco. Uma das obras contemporâneas do extenso repertório de Carlos, é a peça “Reflexões sobre uma canção de embalar Portuguesa” para violino e orquestra, que lhe foi dedicada pelo compositor Sérgio Azevedo.
Carlos Damas é regularmente solista em organizações musicais em todo o mundo, incluindo a Orquestra Filarmónica de Zagreb, a St Lukes Orchestra, a Orquestra Filarmónica de Praga, a Camerata de St. Severin, a Nis Symphony Orchestra, a Wuxi Symphony Orchestra, a Camerata da Madeira, a Orquestra Sinfonia de Winnipeg, a Orquestra Sinfónica de Guanzhou, a Macau Chamber Orchestra, e a Mission Chamber Orchestra of San José. Carlos foi solista em concertos em Nova Iorque em colaboração com a UNESCO, uma dessas participações teve lugar na famosa sala do Lincoln Center. Teve também o privilégio de der solista no concerto comemorativo dos 70 anos da Unesco, que teve lugar em Paris.
Apresentou-se também a solo, em conceituadas salas de concerto do circuito concertístico internacional, entre muitas destacam-se a Salle Gaveau e Salle Cortot (Paris), Tearto D. Pedro V (Macau), Grande Auditório da Unesco (Paris), Fundação Calouste de Gulbenkian, Teatro S. Luiz, Centro Cultural de Belém, Lee Hysan Concert Hall de Hong-Kong, Ville Louvigy Orchestre Philarmonique du Luxembourg, Oriental Arts Center em Shanghai, Lisinski Zagreb concert hall.
Participou em festivais como o Festival Internacional de Música de Gaia, Ciclo de Intérpretes de Aragón (Espanha), Festival de Música de Macau, Festival de Artes de Macau, Dias da Música em Belém, Festival de Semmering (Áustria), Festival Mozart (Salzburgo), Eastern Music Festival (E.U.A.), Festival de Artes da R. P. da China.
Carlos é Doutorado em Educação da Música e Psicologia da Música.
Toca um violino que lhe foi oferecido por um fan norte americano, construído em Florença por Giovanni Battista Gabrielli, datado de 1753. Os especialistas pensam que este violino poderá ter pertencido ao compositor Francesco Maria Veracini.
A extensa discografia de Carlos Damas inclui muitas estreias mundiais de música de grandes compositores portugueses, gravados para editoras como a Dux, Brilliant Classics, Naxos e Et’cetera. No campo discográfico Carlos Damas concluiu recentemente a integral das sonatas para violino de L. V. Beethoven.
Nasceu em Coimbra, no dia 8 de Abril, o mesmo dia do nascimento do grande violinista Giuseppe Tartini (1692-1770), onde iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Coimbra aos três anos de idade. Carlos mostrou desde muito cedo os seus dons musicais excecionais. Iniciou os estudos de violino no Conservatório de Coimbra com apenas três anos. Poucos anos depois a família mudou-se para Lisboa, onde Carlos continuou os estudos com Vasco Brôco, Leonor Prado e Alexandra Mendes.
As qualidades de Carlos eram tais, que se estreou em concerto a solo com apenas 15 anos, com a Orquestra Sinfónica da Rádiodifusão Portuguesa sob a direção do maestro Joaquim da Silva Pereira. O sucesso deste concerto levou a que continuasse os seus estudos no Conservatório de Paris com Jacqueline Lefèvre e o lendário violinista Ivry Gitlis.
Participou em masterclasses com os professores Dora Shwarzberg, Shlomo Mintz e Michael Frischenschlager.
Aos 19 anos, realizou a aclamada apresentação e estreia parisiense do Concerto para violino e orquestras de Luís de Freitas Branco. Uma das obras contemporâneas do extenso repertório de Carlos, é a peça “Reflexões sobre uma canção de embalar Portuguesa” para violino e orquestra, que lhe foi dedicada pelo compositor Sérgio Azevedo.
Carlos Damas é regularmente solista em organizações musicais em todo o mundo, incluindo a Orquestra Filarmónica de Zagreb, a St Lukes Orchestra, a Orquestra Filarmónica de Praga, a Camerata de St. Severin, a Nis Symphony Orchestra, a Wuxi Symphony Orchestra, a Camerata da Madeira, a Orquestra Sinfonia de Winnipeg, a Orquestra Sinfónica de Guanzhou, a Macau Chamber Orchestra, e a Mission Chamber Orchestra of San José. Carlos foi solista em concertos em Nova Iorque em colaboração com a UNESCO, uma dessas participações teve lugar na famosa sala do Lincoln Center. Teve também o privilégio de der solista no concerto comemorativo dos 70 anos da Unesco, que teve lugar em Paris.
Apresentou-se também a solo, em conceituadas salas de concerto do circuito concertístico internacional, entre muitas destacam-se a Salle Gaveau e Salle Cortot (Paris), Tearto D. Pedro V (Macau), Grande Auditório da Unesco (Paris), Fundação Calouste de Gulbenkian, Teatro S. Luiz, Centro Cultural de Belém, Lee Hysan Concert Hall de Hong-Kong, Ville Louvigy Orchestre Philarmonique du Luxembourg, Oriental Arts Center em Shanghai, Lisinski Zagreb concert hall.
Participou em festivais como o Festival Internacional de Música de Gaia, Ciclo de Intérpretes de Aragón (Espanha), Festival de Música de Macau, Festival de Artes de Macau, Dias da Música em Belém, Festival de Semmering (Áustria), Festival Mozart (Salzburgo), Eastern Music Festival (E.U.A.), Festival de Artes da R. P. da China.
Carlos é Doutorado em Educação da Música e Psicologia da Música.
Toca um violino que lhe foi oferecido por um fan norte americano, construído em Florença por Giovanni Battista Gabrielli, datado de 1753. Os especialistas pensam que este violino poderá ter pertencido ao compositor Francesco Maria Veracini.
A extensa discografia de Carlos Damas inclui muitas estreias mundiais de música de grandes compositores portugueses, gravados para editoras como a Dux, Brilliant Classics, Naxos e Et’cetera. No campo discográfico Carlos Damas concluiu recentemente a integral das sonatas para violino de L. V. Beethoven.